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sábado, 19 de abril de 2008

Todas as notas das postagem do bimestre

Como vocês já sabem as notas variam de 0 a 2,5!

Estamos testando uma maneira maia prática e rápida para vocês acessarem as notas clicando em sua série e turma, isso fará com que o blog redirecione você para a pagina onde contém as notas de sua sala.

domingo, 6 de abril de 2008

Dengue - Saiba sobre ela...

Retirado do site da CETESB.


O que é dengue É uma doença infecciosa aguda de curta duração, de gravidade variável, causada por um arbovírus, do gênero Flavivírus (sorotipos: 1,2,3 e 4). No Brasil, circulam os tipos 1, 2 e 3. O vírus 3 está presente desde dezembro de 2000 e foi isolado em janeiro de 2001, no Rio de Janeiro. A dengue é transmitida principalmente pelo mosquito Aedes aegypti infectado mas também pelo Aedes albopictus. Esses mosquitos picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que pica durante a noite. O Aedes aegypti é principalmente encontrado em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil, pois as condições do meio ambiente favorecem seu o desenvolvimento e proliferação. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. A dengue está se expandindo rapidamente, e a grande preocupação é que nos próximos anos a transmissão aumente por todas as áreas tropicais do mundo se medidas eficientes não forem tomadas para a contenção das epidemias. Topo Modo de transmissão A transmissão se dá pela picada do mosquito Aedes aegypti que ficou infectado porque picou uma pessoa doente. Esse mosquito infectado, picando uma pessoa sadia, passa o vírus da dengue e esta pessoa fica doente. A doença só acomete a população humana. Os transmissores de dengue, principalmente o Aedes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis etc.) em qualquer coleção de água limpa (caixas d'água, cisternas, latas, pneus, cacos de vidro, vasos de plantas). As bromélias, que acumulam água na parte central (aquário), também podem servir como criadouros. A transmissão da dengue é mais comum em cidades. Também pode ocorrer em áreas rurais, mas é incomum em locais com altitudes superiores a 1200 metros. Não há transmissão pelo contato direto de uma pessoa doente para uma pessoa sadia. Também não há transmissão pela água, por alimentos ou por quaisquer objetos. A dengue também não é transmitida de um mosquito para outro. Quem pica é a fêmea e o faz para sugar o sangue. Os mosquitos acasalam 1 ou 2 dias após tornarem-se adultos. A partir daí, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que fornece as proteínas necessárias para o desenvolvimentos dos ovos. As fêmeas têm preferência pelo sangue humano. Elas atacam vorazmente. São ativas durante o dia, podendo picar várias pessoas diferentes, o que explica a rápida explosão das epidemias de dengue. Topo Locais onde ocorre a doença No Brasil, a erradicação do Aedes aegypti na década de 30, levada a cabo para o controle da febre amarela, fez desaparecer também a dengue. No entanto, em 1981 a doença voltou a atingir a Região Norte (Boa Vista, Roraima). No Rio de Janeiro (Região Sudeste) ocorreram duas grandes epidemias. A primeira em 1986-87, com cerca de 90 mil casos, e segunda em 1990-91, com aproximadamente 100 mil casos confirmados. A partir de 1995, a dengue passou a ser registrada em todas as regiões do país e, em 1998, o número de casos chegou a 570.148. Em 1999 houve uma redução (210 mil casos), seguida de elevação progressiva em 2000 (240 mil casos) e em 2001 (370 mil casos). Nesse último ano, a maioria dos casos (149.207) ocorreu na região Nordeste. No Estado de São Paulo, em 1990, começa uma grande epidemia na região de Ribeirão Preto, que se disseminou para outras regiões. Em 1995, já haviam 14 municípios envolvidos com a transmissão da dengue. As primeiras prováveis epidemias de dengue datam do final do século XVIII. Nesta época, a doença era conhecida como "febre quebra-ossos" devido às fortes dores que causava nas juntas. Já durante os séculos XIX e XX, foram registradas diversas epidemias ao redor do mundo atribuídas à dengue: - Zazibar (1823; 1870), - Calcutá (1824; 1853; 1871; 1905), - Antilhas(1827), - Hong Kong(1901), - Estados Unidos (1922), - Austrália (1925-26; 1942), - Grécia (1927-28), - Japão (1942-45). Na década de 50, foi reconhecida e descrita pela primeira vez uma grave manifestação clínica associada à dengue, a febre ou dengue hemorrágica. Não se sabe bem porque, mas a dengue hemorrágica se comportou como uma doença relativamente rara antes da década de 50. Isso pode ter acontecido devido aos fatores de ordem social, como a intensa urbanização e maior intercâmbio entre as diferentes regiões do planeta, que podem ter contribuído para o aumento da incidência da dengue de maneira geral possibilitando o aparecimento de grandes contingentes populacionais com experiências imunológicas com a dengue, fazendo com que assim existisse o risco da dengue hemorrágica. O Estado de São Paulo registrou a ocorrência de 78.614 casos autóctones (adquiridos no próprio Estado) de dengue, em 358 municípios, entre janeiro e outubro de 2007, com considerável expansão da doença para novas áreas. Durante todo o ano de 2006 foram registrados 50.021 casos em 254 municípios. Atualmente, temos 508 municípios infestados com o Aedes aegypti, excluindo-se apenas alguns municípios do Vale do Ribeira e do Paraíba e das Regiões Metropolitanas de São Paulo e de Campinas. O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus da dengue é a eliminação dos transmissores. O Aedes aegypti também pode transmitir a febre amarela. Topo Sintomas A dengue clássica é usualmente benigna. A infecção causada por qualquer um dos quatro tipos (1, 2, 3 e 4) do vírus da dengue produz as mesmas manifestações. A determinação do tipo do vírus da dengue que causou a infecção é irrelevante para o tratamento da pessoa doente. A dengue é uma doença que, na grande maioria dos casos (mais de 95%), causa desconforto e transtornos, mas não coloca em risco a vida das pessoas. Inicia-se com febre alta, podendo apresentar cefaléia (dor de cabeça), prostração, mialgia (dor muscular, dor retro-orbitária - dor ao redor dos olhos), náusea, vômito, dor abdominal. É freqüente que, 3 a 4 dias após o início da febre, ocorram manchas vermelhas na pele, parecidas com as do sarampo ou rubéola, e prurido ("coceira"). Também é comum que ocorram pequenos sangramentos (nariz, gengivas). A maioria das pessoas, após quatro ou cinco dias, começa e melhorar e recupera-se por completo, gradativamente, em cerca de dez dias. Em alguns casos (a minoria), nos três primeiros dias depois que a febre começa a ceder, pode ocorrer diminuição acentuada da pressão sangüínea. Esta queda da pressão caracteriza a forma mais grave da doença, chamada de dengue "hemorrágica". Este nome pode fazer com que se pense que sempre ocorrem sangramentos, o que não é verdadeiro. A gravidade está relacionada, principalmente, à diminuição da pressão sangüínea, que deve ser tratada rapidamente, uma vez que pode levar ao óbito. A dengue grave pode acontecer mesmo em quem tem a doença pela primeira vez. O doente se recupera, geralmente sem nenhum tipo de problema. Além disso, fica imunizado contra o tipo de vírus (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. No entanto, pode adoecer novamente com os outros tipos de vírus da dengue. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente a dengue causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4. Em uma segunda infecção, o risco da forma grave é maior, mas não é obrigatório que aconteça. Existem diferentes teorias para explicar o surgimento da dengue hemorrágica. Alguns afirmam que ela passa a ter alta incidência em uma população já anteriormente exposta a um outro tipo de vírus da dengue. Seria a exposição seqüencial a um segundo diferente tipo de vírus, que causaria a dengue do tipo hemorrágica. Para outros, a dengue hemorrágica dependeria da maior virulência de determinadas cepas do vírus, isto é, existiriam formas virais mais agressivas do que outras. Uma última explicação seria que as formas hemorrágicas da dengue estariam mais associadas ao tipo 2 do vírus. Topo O mosquito O Aedes aegypti pertence à família Culicidae, a qual apresenta duas fases ecológicas interdependentes: a aquática, que inclui três etapas de desenvolvimento - ovo, larva e pupa -, e a terrestre, que corresponde ao mosquito adulto. A duração do ciclo de vida, em condições favoráveis, é de aproximadamente 10 dias, a partir da oviposição até a idade adulta. Diversos fatores influem na duração desse período, entre eles a temperatura e a oferta de alimentos. Detalhes do ciclo de vida OVO Os ovos são depositados pela fêmeas acima de meio líquido à superfície da água, ficando aderidos à parede interna dos recipientes. Após a postura tem início o período de incubação, que em condições favoráveis dura 2 a 3 dias, quando estarão prontos para eclodir. A resistência à dessecação aumenta conforme os ovos ficam mais velhos, ou seja, a resistência aumenta quanto mais próximos estiverem do final de desenvolvimento embrionário. Este completo, eles podem se manter viáveis por 6 a 8 meses. A fase de ovo é a de maior resistência de seu biociclo. LARVA As larvas são providas de grande mobilidade e têm como função primária o crescimento. Passam a maior pare do tempo alimentando-se de substâncias orgânicas, bactérias, fungos e protozoários existentes na água. Não selecionam alimentos, o que facilita a ação dos larvicidas, bem como não toleram elevadas concentrações de matéria orgânica na água. A duração da fase larval, em condições favoráveis de temperatura (25 a 29º C) e de boa oferta de alimentos, é de 5 a 10 dias, podendo se prolongar por algumas semanas em ambiente adequado. PUPA A pupa não se alimenta, apenas respira e é dotada de boa mobilidade. Raramente é afetada por ação de larvicida. A duração da fase pupal, em condições favoráveis de temperatura é de 2 dias em média. ADULTO Macho e fêmea alimentam-se de néctar e sucos vegetais, sendo que a fêmea depois do acasalamento, necessita de sangue para a maturação dos ovos. Há uma relação direta, nos países tropicais, entre as chuvas e o aumento do número de vetores. A temperatura influi na transmissão da dengue. Raramente ocorre transmissão da dengue em temperaturas abaixo de 16º C. A transmissão ocorre preferencialmente em temperaturas superiores a 20º C. A temperatura ideal para a proliferação do Aedes aegypti estaria em torno de 30 a 32 ºC. O que você faz para se previnir contra a dengue? Deixe seu comentário! Prof. Rodrigo Wenceslau

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Notas sobre Tema Células-Tronco (2ª Postagem)

Seguem as notas para o segundo tema sugerido, lembrando que estás vão de 0 (zero) a 2,5 ( dois e meio) !

sexta-feira, 28 de março de 2008

A batalha das células-tronco

Texto retirado do site Época!


O que está em jogo no Supremo Tribunal Federal é mais que o destino dos embriões. É o futuro da ciência médica no Brasil
Cristiane Segatto

Nas próximas semanas, o supremo tribunal Federal vai decidir se as pesquisas com embriões podem ou não ser realizadas no Brasil. Elas foram autorizadas pela Lei de Biossegurança aprovada há dois anos pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula. Mas o subprocurador-geral da República, Claudio Fonteles, considera que o artigo da lei que permite a manipulação de embriões é inconstitucional. Segundo ele, o texto seria um atentado contra o direito à vida. É isso que os ministros da mais alta corte da Justiça brasileira terão de julgar. O que está em jogo é mais que o destino dos embriões. É o futuro da ciência médica brasileira.
Se o país quiser entrar para o bloco de nações que investem numa das áreas mais promissoras da ciência atual - a exemplo de Estados Unidos, Reino Unido, Israel, China e Alemanha -, vai precisar livrar-se das amarras jurídicas que impedem a liberdade de pesquisa. Os cientistas estão longe de encontrar tratamentos a partir de células-tronco embrionárias, mesmo nos países que fazem pesquisas há muito tempo. Mas, se o Brasil não começar a formar mão-de-obra, provavelmente a população não terá acesso aos primeiros produtos da medicina regenerativa. Em tese, as células-tronco embrionárias têm o potencial de se transformar em qualquer tipo de tecido. Por isso, poderiam levar ao desenvolvimento de terapias para doenças genéticas, lesões medulares e mal de Parkinson, entre outros problemas.
O horizonte é vasto, mas a realidade é dura. O cultivo dessas células é difícil. Os cientistas estão nos primeiros passos. Ao trabalhar com elas em laboratório, eles podem, por exemplo, estudar como uma célula sem função específica se torna um neurônio durante o desenvolvimento embrionário. Não é pouco. Mas ainda falta muita ciência básica antes do primeiro tratamento. "Antes de curar alguém, as células-tronco embrionárias vão nos ensinar muito sobre a biologia humana", diz a geneticista Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo.
Antes de decidir se o Brasil deve ou não entrar nesse campo, os ministros do STF terão de entender que tipo de embrião interessa à ciência. É o da foto abaixo. Ele tem cinco dias, cerca de 150 células, e mede meio milímetro. Na sexta-feira, os ministros do STF ouviram os argumentos dos defensores e opositores das pesquisas. Foi a primeira audiência pública na história da casa fundada em 1828. A inovação foi obra do ministro Carlos Ayres Britto. Ele decidiu convocar a audiência por considerar que o tema é excessivamente técnico e conflituoso demais para ser decidido solitariamente pelos 11 ministros.
As discussões giraram sobre dois pontos: quando começa a vida e a partir de quando ela deve ser protegida pelo Estado. "Claro que o embrião é uma forma de vida. O que temos de definir é em que estágios da vida humana nossa sociedade vai permitir interferências", diz Lygia. Em geral, essas decisões são arbitrárias, pragmáticas. Um exemplo é a adoção do critério de morte cerebral. Na maior parte dos países, ela marca o final da vida de uma pessoa, apesar de o coração continuar batendo. O Estado decidiu que, quando a atividade cerebral cessa, o indivíduo é considerado morto e pode ter os órgãos extraídos para transplante.
Os defensores das pesquisas querem que o mesmo critério seja adotado para o caso dos embriões. Se a morte ocorre quando cessa a atividade do cérebro, seria lícito dizer que a vida começa quando as terminações do cérebro começam a se formar. O que a Lei de Biossegurança permitiu foi o uso de embriões congelados há mais de três anos. A maioria deles é considerada inviável. São embriões de má qualidade, que não teriam chance de sobrevivência mesmo que fossem implantados no útero.
Esse argumento não convence os opositores das pesquisas. "Não dá para saber com certeza se um embrião é inviável ou não. Se é viável, aquilo é uma vida e tem de ser protegida", afirma a médica Alice Teixeira Ferreira, da Universidade Federal de São Paulo. Alice faz parte do grupo indicado por Claudio Fonteles para depor na audiência contra as pesquisas. Para ela, a vida começa na concepção e deve ser defendida desde então. "Todo livro de embriologia de mamíferos diz que a vida se inicia na concepção. Sabemos disso desde 1827", afirma. Argumentos como esse já foram usados contra técnicas de reprodução assistida e transplantes. Mas não impediram sua adoção pela sociedade.

ESTE É O EMBRIÃO QUE ESTÁ EM DISPUTA






Ele tem cinco dias
Tem cerca de 150 células

• As células ainda não assumiram funções específicas• Elas têm o potencial de virar qualquer tipo de tecido• Os cientistas já conseguiram transformá-las em células nervosas, de sangue, do músculo cardíaco, de cartilagem etc.• Mas ainda não surgiram tratamentos a partir de células-tronco embrionárias


Foto: SPL/Latin Stock
Poste seu comentário e espere pela sua nota!

terça-feira, 11 de março de 2008

Notas sobre 1 ª Postagem (Efeito Estufa)

Bom gostaria de lembrar a vocês meus queridos alunos que as notas variam de 0 a 2,5 logo não se assustem com as notas!
Abraços a todos!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Efeito Estufa, problema real ou ficção?

Leiam o texto abaixo e comentem com suas palavras:

"Aquecimento Global é terrorismo climático"
Luiz Carlos Molion

Rodrigo Rangel

Isto é num. 1967

11/7/2007

Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos

O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente. Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha preocupação.

Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta. Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global. Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61 anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado aquecimento global. Boa notícia?

Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de resfriamento do planeta. "Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser pior", pontifica. Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos emergentes. O professor ainda faz uma reclamação: diz que cientistas contrários à tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.

ISTOÉ - Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?

Molion - É difícil dizer que o aquecimento é global. O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global. Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora. A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano. Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado. Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2? Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.

ISTOÉ - Qual seria a origem das variações de temperatura?

Molion - Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura. Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global. Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero. Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.

ISTOÉ - O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?

Molion - O painel não leva em consideração todos os dados. Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [ex-vice- presidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2. O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula. Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores. É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso. O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm. Como é que se jogam fora essas medidas? Só porque não interessam ao argumento? O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos. O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando. Ridículo, palhaço.

ISTOÉ - Esses temores são cíclicos?

Molion - Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia: "O mundo está fervendo." Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial. Agora, de novo se fala em aquecimento. Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global. Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo. Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima. Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998. Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos - daí o derretimento das geleiras - e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria. Quando esfria é pior para nós.

ISTOÉ - Por que é pior?

Molion - Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de reter umidade e aí chove menos. Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no Brasil como um todo ficou reduzida.

ISTOÉ - No que isso pode interferir na vida do brasileiro?

Molion - As conseqüências para o Brasil são drásticas. O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a 20%, dependendo da região. Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser maior, provocando uma freqüência maior de geadas. A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como foi a de 2005. O Nordeste vai sofrer redução de chuva. O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são as que apresentam sinais mais fortes. Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja brasileira. A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de produtividade. Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se houvesse o aquecimento.

ISTOÉ - A quem interessaria o discurso do "aquecimento"?

Molion - Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos. Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente. Vão defender os interesses de seus governos. No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público. Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs. O Brasil assinou. Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira. É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista.

ISTOÉ - Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?

Molion - O Al Gore no filme dele diz "nós resolvemos um problema muito crucial que foi a destruição da camada de ozônio". Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só se recuperaria depois de 2100? Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista. No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o domínio. No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e, agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global. O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França, Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra royalties de propriedade. E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos maiores da história.

ISTOÉ - O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?

Molion - É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.

ISTOÉ - Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?

Molion - O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou. Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes. É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.

ISTOÉ - Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global...

Molion - Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global. Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto. Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados. Dançam a mesma música que o IPCC toca.

ISTOÉ - O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?

Molion - Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio. Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química. E o professor Molion ficou na geladeira. De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional. Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.

ISTOÉ - O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?

Molion - Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade. É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível do mar.

ISTOÉ - Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?

Molion - Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que nós já estejamos dentro de uma nova era glacial. Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem. Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando para um resfriamento. Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para chegar à temperatura mínima. E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade.


AGORA É SUA VEZ POSTE SUA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO!!!!
VALE NOTA
DEIXE NOME E NÚMERO COM COM SALA E TURMA

domingo, 20 de janeiro de 2008

2 B

Nº,1ª Pos, 2ª Pos, 3ª Pos, 4ª Pos, Média

1 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
2 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
3 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
4 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
5 2,5 2,5 0,0 2,5 7,5
6 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
7 2,5 1,5 0,0 2,5 6,5
8 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
9 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
10 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
11 2,0 2,5 0,0 2,5 7,0
12 2,0 2,5 0,0 2,5 7,0
13 2,0 2,5 0,0 2,5 7,0
14 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
15 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
16 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
17 2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
18 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
19 2,5 2,0 2,52,5 9,5
20 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
21 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
22 2,0 1,5 0,0 2,5 6,0
23 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
24 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
25 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
26 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
27 2,0 2,5 1,5 2,5 8,5
28 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0


Grato,
Prof. Rodrigo Wenceslau

3 A - MATUTINO - JAP

Nº, 1ª Pos, 2ª Pos, 3ª Pos, 4ª Pos, Média

1
2 2,0 0,0 1,5 2,5 6,0
3
4 0,0 0,0 2,5 2,5 5,0
5
6 2,5 0,0 2,0 2,5 7,0
7 2,5 2,5 2,0 2,5 9,5
8
9 2,5 2,5 0,0 2,5 7,5
10
11 2,0 2,0 2,0 2,5 8,5
12 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
13
14 2,0 2,5 2,0 2,5 9,0
15
16 2,0 2,5 1,5 2,5 8,5
17
18 2,5 1,5 2,5 2,5 9,0
19
20 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
21 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
22 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
23 0,0 0,0 2,5 2,5 5,0
24 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
25
26 2,0 2,0 1,5 2,5 8,0
27 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
28
29 2,5 2,5 2,0 2,5 9,5
30 1,5 2,0 2,5 2,5 8,5
31
32 2,5 2,5 0,0 2,5 7,5
33 2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
34
35
36 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5

Grato, Prof. Rodrigo Wenceslau

1C

A ordem das notas segue abaixo:

Número, 1ª Pos, 2ª Pos, 3ª Pos, 4ª Pos, Média
1
0,0 1,5 2,5 2,5 6,5
2 2,0 2,5 0,0 2,5 7,0
3
2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
4
2,0 1,0 2,5 2,5 8,0
5
2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
6
2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
7
2,0 0,0 2,5 2,5 7,0
8
2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
9

10 2,0 0,0 2,0 2,5 6,5
11
1,0 1,5 2,5 2,5 7,5
12 1,5 1,5 2,5 2,5 8,0
13 2,0 1,5 2,0 2,5 8,0
14
2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
15 2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
16
2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
17 2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
18
2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
19 2,0 2,5 1,0 2,5 8,0
20 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
21 0,0 1,5 2,5 2,5 6,5
22
2,0 2,0 2,0 2,5 8,5
23

24 2,0 0,5 2,0 2,5 7,0
25
2,0 2,0 1,5 2,5 8,0
26
0,0 0,0 2,0 2,5 4,5
27
2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
28
2,0 1,0 2,5 2,5 8,0
29 2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
30
2,0 0,0 0,0 2,5 4,5
31
2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
32
2,5 0,0 0,0 2,5 5,0


Grato,
Prof. Rodrigo Wenceslau

2 A MATUTINO JAP

Nº, 1ª Pos, 2ª Pos, 3ª Pos, 4ª Pos, Média
1 0,0 0,0 2,0 2,5 4,5
2
3
4 2,0 1,5 1,0 2,5 7,0
5 0,0 2,5 2,5 2,5 7,5
6 2,0 1,0 0,0 2,5 5,5
7 1,5 2,0 2,5 2,5 8,5
8 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
9 1,5 1,5 2,5 2,5 8,0
10 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
11 2,0 2,0 1,5 2,5 8,0
12 2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
13 1,0 1,5 2,5 2,5 7,5
14 2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
15 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
16
17
18 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
19
20 2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
21 2,0 2,5 2,52,5 9,5
22 2,5 2,0 2,5 2,5 9,5
23 0,0 0,0 2,0 2,5 4,5
24 0,0 0,0 2,0 2,5 4,5
25 0,0 2,0 2,5 2,5 7,0
26
27
28 0,0 0,0 2,5 2,5 5,0

Grato,
Prof. Rodrigo Wenceslau

1B

Resumo das notas do 1º Bimestre


Nota da 1ª Postagem, Nota da 2ª Postagem, Nota da 3ª Postagem, Nota Conceitual, Média

1 2,0 2,5 2,5 2,5 9,5
2
3 2,0 1,5 2,5 2,5 8,5
4 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
5 1,0 2,5 3,5
6 1,0 1,0 1,5 2,5 6,0
7
8
2,0 2,0 2,0 2,5 8,5
9 2,5 2,5 5,0
10

11 1,5 2,5 2,5 6,5
12
1,5 2,5 4,0
13
14
15
2,5 2,0 2,5 2,5 9,5
16 2,5 2,5 5,0
17 2,0 2,0 2,5 2,5 9,0
18
1,5 2,5 2,5 6,5
19
2,0 2,0 1,5 2,5 8,0
20
21
22
23
2,0 1,0 2,0 2,5 7,5
24
25
26
2,5 2,5 2,5 2,5 10,0
27
28
29
30
31
32

Grato,
Prof. Rodrigo Wenceslau

1A

Resumo de notas do 1 Bimestre
Seguem a seguinte ordem:


Nº do aluno
Nota da 1ª Postagem
Nota da 2ª Postagem
Nota da 3ª Postagem
Nota Conceitual
Média


1
1,5
1,5
1,0
2,5
6,5

2
1,5
2,0
2,5
2,5
8,5

3
2,5
2,5

2,5
7,5

4
1,5

2,5
2,5
6,5

5

6
2,5
1,5
2,5
2,5
9,0

7


8
2,5
1,5
2,5
2,5
9,0

9
1,5
2,0
2,5
2,5
8,5

10
2,0
2,0
2,0
2,5
8,5

11
2,0
2,0
2,5
2,5
9,0

12


13
2,5
1,5
2,5
2,5
9,0

14
2,0
2,0
1,5
2,5
8,0

15


16
2,0
2,0
1,5
2,5
8,0

17
1,5
2,0
2,5
2,5
8,5

18
2,0

2,0
2,5
6,5

19
1,5
1,5
1,0
2,5
6,5

20
2,5

2,5
2,5
7,5

21
1,5
1,5
1,0
2,5
6,5

22
2,0
1,5
1,5
2,5
7,5

23
2,0
2,0
1,5
2,5
8,0

24
1,5
1,5
1,0
2,5
6,5

25

1,5
2,0
2,5
6,0

26
2,5


2,5
5,0

27
2,5
1,5
2,5
2,5
9,0

28
1,5

2,5
2,5
6,5

29
2,0
2,0
2,0
2,5
8,5

30
2,5
1,5
1,5
2,5
8,0

31
2,0
2,0
2,5
2,5
9,0

32
2,0

2,5
2,5
7,0

33
2,5

2,5
2,5
7,5

34
2,0
2,0
2,0
2,5
8,5

35
2,0
2,0
2,0
2,5
8,5

36
2,0
2,0
2,0
2,5
8,5

Prof. Rodrigo Wenceslau